Conheça o substituto de Rogério Ceni no São Paulo

Conheça o substituto de Rogério Ceni no São Paulo

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Vagner Lima apresenta, em reportagem o substituto de Rogério Ceni no São Paulo. O goleiro está próximo da aposentadoria e deixará uma grande lacuna a ser preenchida. Veja no vídeo!

MAIS SOBRE ROGÉRIO CENI

Nascido no interior do Paraná, na cidade de Pato Branco, mas tendo crescido no estado de Mato Grosso, ele foi revelado como goleiro pelo Sinop Futebol Clube, da cidade homônima, onde até hoje moram a maior parte de seus familiares e onde obteve seu primeiro título profissional. Com apenas 17 anos, em 1990, foi lançado pelo então técnico do Sinop, Nilo Neves, ao time profissional (neste período o garoto era o terceiro goleiro e não tinha o apoio da diretoria do clube), além disso na época ele se dividia entre o trabalho no Banco do Brasil e a prática esportiva.  Foi contratado com 17 anos pelo São Paulo, em 7 de setembro de 1990, ficando com o posto de quarto goleiro.

Em 1992 após a fatídica morte do goleiro Alexandre num acidente de carro, Rogério foi promovido a terceiro goleiro do time profissional, Começando a ser inscrito para a Supercopa da Libertadores e sendo relacionado para alguns jogos do Campeonato Paulista mais preciosamente no dia 8 de agosto de 1992 quando sentou no banco de reservas de Zetti pela primeira vez na carreira.

Em 1993, voltou para os juniores sendo campeão como titular da Copa São Paulo. Sempre se espelhando em Zetti, o jovem batalhou muito e imediatamente subiu como reserva absoluto. Nesse mesmo ano, aos 20 anos de idade fez sua estreia como profissional no dia 25 de junho de 1993, contra o Tenerife no Torneio Santiago de Compostela, pegando um pênalti na vitória do São Paulo por 4×1. Rogério Fez parte do elenco vitorioso que ganhou vários títulos, comandado por Telê Santana. Nesta fase, integrou a equipe de baixo, conhecida como “Expressinho”, que conquistou o título da Copa Conmebol, em 1994. Depois de 6 anos de espera com a saída de Zetti em 1996 para o Santos, Rogério Ceni assumiu a posição de goleiro titular do time. Inicialmente, era conhecido apenas como “Rogério”; passou a ser chamado também pelo sobrenome posteriormente.

Recebeu por seis vezes a Bola de Prata, prêmio este concedido pela revista Placar ao melhor jogador da posição durante o Campeonato Brasileiro, e no ano de 2008, além do troféu de prata, recebeu a Bola de Ouro como o melhor jogador do Campeonato Brasileiro.

Em 2001, o São Paulo recebeu um documento cujo teor era o de uma proposta oficial do clube inglês Arsenal para contratar o jogador. O documento era timbrado pela empresa Tango Sports Marketing, que pertencia ao empresário de Rogério, Oliveira Júnior. Todavia, tanto o Arsenal quanto Oliveira Júnior negaram ter feito a proposta. O presidente do São Paulo, Paulo Amaral, suspendeu Rogério Ceni por 29 dias, acusando-o de haver forjado o documento para obter aumento salarial. Por fim, Rogério entendeu-se com os dirigentes, foi reintegrado à equipe e ganhou um aumento. O caso foi referido pela jornalista Milly Lacombe, que afirmou no programa televisivo Arena Sportv que Rogério havia forjado uma assinatura. O jogador processou-a por calúnia e obteve ganho de causa.

Em 2005, foi o melhor ano para Rogério, sendo o líder do time vencedor, conquistando o Paulista, a Libertadores e o Mundial de Clubes, sendo o ano que Rogério mais balançou as redes adversarias e entrando de vez com um dos maiores ídolos da história do São Paulo Fc. Sendo nesse ano o melhor jogador da Libertadores e do Mundial de Clubes da FIFA.

No ano de 2006 foi condecorado com o troféu de ouro concedido para o melhor goleiro do Campeonato Brasileiro, juntamente com o troféu de melhor jogador do campeonato, prêmios concedidos pela CBF em grande festa realizada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2007, voltou a receber o prêmio de Melhor Goleiro do Campeonato Brasileiro, além de Craque do Brasileirão e Craque da Torcida, todos concedidos pela CBF.

Rogério entrou três vezes na lista dos dez melhores goleiros do mundo, elaborada anualmente pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS), entidade com sede na Alemanha. Em 2005 foi o nono colocado, em 2006 ficou na sexta colocação e em 2007 ficou na quinta colocação.

Foi indicado ao prêmio Bola de Ouro, da revista France Football, em 2007, sendo o primeiro jogador atuando na América do Sul a concorrer ao prêmio, mas acabou ficando em um vigésimo sétimo lugar. Depois dele Neymar foi indicado ao prêmio Bola de Ouro da FIFA em 2011, sendo o segundo a ser indicado pela France Football e o primeiro a ser indicado pela FIFA.

Seu profissionalismo e dedicação ao clube e o carisma que tem junto a torcida são destaques que marcam a carreira do jogador, e determinantes para ter recebido o slogan: “Todos têm goleiros, só nós temos Rogério Ceni”. No dia 7 de setembro de 2010, Rogério Ceni completou 20 anos vestindo a camisa do São Paulo, sendo três deles pelas categorias de base. Já no dia 7 de setembro de 2011, Ceni fez seu milésimo jogo pelo São Paulo, no qual venceu por 2×1 o Atlético Mineiro.

Em 27 de janeiro de 2012 Ceni operou o ombro para corrigir uma instabilidade em seu ombro direito, lesionado 12 dias antes com previsão de volta em seis meses. Seu retorno ao gramado ocorreu no dia 29 de julho, na vitória do São Paulo por 4×1 sobre o Flamengo. Fez seu 1° gol depois da volta contra o Bahia no jogo de ida pela Copa Sul-Americana.

Fonte: Wikipedia

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Muricy Ramalho: trabalho e títulos na carreira

Muricy Ramalho: trabalho e títulos na carreira

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Muricy Ramalho: trabalho e títulos na carreira é o título desta reportagem especial de Vagner Lima na TV iG. Qual o segredo das vitórias deste técnico campeão por São Paulo, Santos e outros clubes?

TRAJETÓRIA DE MURICY RAMALHO NO SÃO PAULO:

Em 2 de janeiro de 2006, Muricy Ramalho assumiu o São Paulo, depois de quase nove anos. No começo de 2005, quando o então técnico Emerson Leão pediu demissão, o São Paulo contatou o treinador para ver se havia interesse, mas ele deixou claro que não sairia enquanto ainda tivesse vínculo contratual com o clube gaúcho. Desta forma, o clube contratou Paulo Autuori e Muricy teve que esperar um pouco mais para voltar ao clube do Morumbi. Lá ele conquistou os Campeonatos Brasileiros de 2006, 2007 e 2008. O segundo título veio depois de ele balançar no cargo por causa da eliminação na Libertadores, diante do Grêmio. Quando o São Paulo perdeu para o Atlético-MG em casa na quinta rodada, Muricy colocou o cargo à disposição, mas o presidente do clube, Juvenal Juvêncio, não aceitou sua demissão. A partir de então, o time sofreu apenas mais duas derrotas antes de conquistar o bicampeonato por antecipação e, no começo de 2008, Muricy foi eleito pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS), com onze pontos, o décimo quarto melhor treinador do mundo e o primeiro brasileiro da lista. Além disso, renovou seu contrato com o São Paulo até o fim de 2009.

Mesmo assim, com nova eliminação na Libertadores, viu seu cargo ameaçado quando o clube começou a conversar com Zico para assumir o comando técnico. Muricy chegou a ser cogitado para substituir Leão no Santos ou Abel Braga no Internacional e atacou dirigentes que trabalham contra ele nos bastidores — “O regime do São Paulo é presidencialista”, disse ele em entrevista coletiva em 27 de maio. “Não adianta tentar me derrubar. Quem manda é o Juvenal.” —, mas foi mantido. Menos de um mês depois, no final de junho, uma oferta para treinar um time do Catar balançou-o. Ele acabou por recusar a oferta depois de ouvir de Juvenal que tinha a garantia de poder trabalhar até o final do ano. “É como um casal”, disse Muricy à época. “Só um pode fazer o que quiser e o outro tem de ser fiel? Essa postura tem de existir dos dois lados. Meu contrato nem tem multa. Só quis que fosse cumprido o que está lá.”

Mesmo após a conquista do tricampeonato brasileiro, a oposição a Muricy dentro do São Paulo por parte de alguns diretores continuou, o que se agravou com a derrota para o Corinthians nas semifinais do Paulistão de 2009. Sua relação com os jogadores foi-se deteriorando, e o técnico não resistiu à eliminação frente ao Cruzeiro pela Libertadores, em 18 de junho: na noite do dia seguinte foi demitido por Juvêncio. “Fizemos grandes contratações para a Libertadores”, explicou o dirigente João Paulo de Jesus Lopes ao JT. “Não é nenhum demérito a ele, mas chegou o momento de mudança.”Seu substituto foi Ricardo Gomes.

Fonte: Wikipedia

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